Estratégia + Execução
Não tem equipa de marketing? Eu decido e faço, dentro das suas contas e ferramentas.
Head of Growth as a Service
Provavelmente já investe: anúncios, redes, talvez uma agência. O que falta é alguém sénior a olhar para o negócio inteiro e a responder pelo crescimento: prioridades, execução e números. É esse o papel que eu assumo, com a estrutura que já tem ou executando eu próprio.
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4 fundadores em vídeoMais de 40 empresas desde 2020€484.029 de faturação gerada em 3 empresas. Ver os casosUma amostra das empresas por onde passei
O ponto cego
A maior parte das empresas acima de €100 mil por ano já tem tudo: quem faça anúncios, quem publique, ferramentas, orçamento a sair todos os meses. E mesmo assim o crescimento depende de iniciativas soltas: uma campanha aqui, uma promoção ali, um site novo de vez em quando. Cada peça trabalha. Ninguém responde pelo conjunto.
Quem está a olhar para o crescimento da sua empresa como um todo?
Se a resposta é «eu, quando tenho tempo», encontrou o travão.
O que muda
Não venho vender mais uma campanha. Entro para encontrar onde o crescimento está travado, decidir o que se faz primeiro, pôr as iniciativas certas a andar e medir o que cada uma devolve. O que funciona, acelera. O que não funciona, morre depressa e barato.
Numa frase: assumo o crescimento como um problema de negócio, não como uma lista de tarefas de marketing.
Onde se ganha
Em qual destas está o seu travão? É a primeira coisa que descobrimos.
O papel
Não tem equipa de marketing? Eu decido e faço, dentro das suas contas e ferramentas.
Já tem pessoas e fornecedores? Assumo a direção, defino prioridades e executo o que faltar.
Já tem quem execute bem? Ligo a agência, os especialistas e a equipa às prioridades certas e cobro resultados.
Nenhuma empresa é igual. A combinação define-se na leitura inicial e ajusta-se com o tempo.
Não existe pacote fechado. Existe um papel: responder pelo crescimento. A forma ajusta-se à estrutura que já tem.
Como começa e como acaba
01
Leitura de negócio
30 a 45 dias a entrar nos números e no processo de venda, com os primeiros números na primeira semana.
02
Acompanhamento
Avença mensal fechada, sem fidelização. Prioridades, execução e revisão de números todos os meses.
03
Passagem
Contrato e formo quem fica, documento tudo e torno-me dispensável. As contas e as ferramentas são suas desde o primeiro dia.
Papéis diferentes
Nenhum destes modelos é mau. Respondem a perguntas diferentes.
Executa canais. Fá-lo bem quando alguém lhe diz o que o negócio precisa. Não responde pelo crescimento da empresa.
Analisa e recomenda. O plano fica consigo. A execução também.
Executa uma função específica. Resolve uma peça, não o conjunto.
Olha para o crescimento como um todo, define prioridades, lidera ou executa, e responde pelo resultado e pelo que se aprendeu.
E contratar internamente? Faz sentido quando há dimensão para ocupar um executivo a semana inteira. Na Europa, o salário médio de um Head of Growth a tempo inteiro fica entre €70 e €120 mil por ano (Glassdoor, 2025), antes de encargos, recrutamento e meses de adaptação. Até lá, pode ter a liderança sem a estrutura. E quando chegar a altura de contratar, preparar essa passagem faz parte do meu trabalho.
Casos com nome e número
Investimento e faturação lado a lado, cada caso ao longo de 10 meses. É faturação, não é lucro, e são setores onde cada venda vale muito. O que se repete não é o número: é a forma de decidir.
Climatização
O problema
As vendas dependiam do passa-palavra. Havia meses bons e meses de espera, e ninguém sabia dizer quantos clientes entravam a seguir.
A mudança
Aceitámos o ritmo real do setor e construímos uma entrada de procura que se repete todos os meses, em vez de esperar pela próxima recomendação.
O resultado
Interiores e arquitetura
O problema
A mesma pessoa desenhava os projetos e atendia quem pedia orçamento. O travão era esse, não o mercado.
A mudança
Reorganizámos o processo comercial e separámos funções. O ciclo de venda caiu de 60 para 30 dias. Só depois abrimos campanhas.
O resultado
Ótica
O problema
Mais contactos sem ninguém preparado para os atender dava fila de espera, não vendas.
A mudança
Primeiro a equipa interna de vendas, depois as campanhas, ajustadas ao tempo que uma pessoa demora a decidir a compra.
O resultado
Primeiro mudou a forma de decidir. As campanhas vieram depois, quando já tinham onde assentar.
Em vídeo
Sem guião e sem edição comercial. Os vídeos estão públicos no YouTube, do princípio ao fim.
Raissa · Fundadora da Organizer Genius
André · Fundador da The Pear
João · Fundador da Rezult
Fabio · Fundador da 4 ROI

Bruno Lopes
Desde 2020 estive dentro de mais de 40 empresas em Portugal e no Brasil, de clínicas a software. Base no Porto.
O filtro
Antes de falarmos
O próximo passo
Escreva-me o que está a travar o crescimento — duas linhas chegam. Respondo com o que eu trataria primeiro e porquê. Se não for eu a pessoa certa, digo-lho na mesma conversa: não há formulário nem apresentação pelo meio.
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