Bruno Lopes.Falar comigo

Head of Growth as a Service

O seu problema não é marketing.

Provavelmente já investe: anúncios, redes, talvez uma agência. O que falta é alguém sénior a olhar para o negócio inteiro e a responder pelo crescimento: prioridades, execução e números. É esse o papel que eu assumo, com a estrutura que já tem ou executando eu próprio.

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Sem formulário, sem reunião marcada. Uma conversa.

RaissaAndréJoãoFabio4 fundadores em vídeoMais de 40 empresas desde 2020€484.029 de faturação gerada em 3 empresas. Ver os casos

Uma amostra das empresas por onde passei

F3 ProjetarMini MarketLissé ProfessionalsThermo PrimeNED BarbeariasSetof EventosnBanksNatixisFES AgencyLemonade Collective19 Tavares 22RezultHappyFactMOB AgencyGreat Together HealthMiioDinner in the SkySwonkieBrinferChá Feel GoodEmJogo.ptMy Place OfficeDistrict SpaceJust Dive

O ponto cego

Já tem marketing. E o crescimento?

A maior parte das empresas acima de €100 mil por ano já tem tudo: quem faça anúncios, quem publique, ferramentas, orçamento a sair todos os meses. E mesmo assim o crescimento depende de iniciativas soltas: uma campanha aqui, uma promoção ali, um site novo de vez em quando. Cada peça trabalha. Ninguém responde pelo conjunto.

Quem está a olhar para o crescimento da sua empresa como um todo?

Se a resposta é «eu, quando tenho tempo», encontrou o travão.

O que muda

Eu entro e o crescimento passa a ter dono.

Não venho vender mais uma campanha. Entro para encontrar onde o crescimento está travado, decidir o que se faz primeiro, pôr as iniciativas certas a andar e medir o que cada uma devolve. O que funciona, acelera. O que não funciona, morre depressa e barato.

Numa frase: assumo o crescimento como um problema de negócio, não como uma lista de tarefas de marketing.

Onde se ganha

O crescimento decide-se em seis frentes.

  • Aquisição

    Fazer o telefone tocar: de onde vêm os clientes novos e quanto custa cada um.

  • Conversão

    Do contacto ao contrato: quantos dos que chegam compram, e onde se perdem os outros.

  • Receita

    Preço, margem e ticket: vender melhor, não só vender mais.

  • Retenção

    Clientes que voltam e recomendam: o crescimento mais barato que existe.

  • Experimentação

    Testar barato antes de investir a sério, para o orçamento ir para o que está provado.

  • Dados

    Números em que se pode confiar, para decidir com a realidade à frente e não por palpite.

Em qual destas está o seu travão? É a primeira coisa que descobrimos.

O papel

Adapta-se ao que a empresa precisa. A responsabilidade é sempre a mesma.

Estratégia + Execução

Não tem equipa de marketing? Eu decido e faço, dentro das suas contas e ferramentas.

Liderança + Execução

Já tem pessoas e fornecedores? Assumo a direção, defino prioridades e executo o que faltar.

Estratégia + Coordenação

Já tem quem execute bem? Ligo a agência, os especialistas e a equipa às prioridades certas e cobro resultados.

À medida do negócio

Nenhuma empresa é igual. A combinação define-se na leitura inicial e ajusta-se com o tempo.

Não existe pacote fechado. Existe um papel: responder pelo crescimento. A forma ajusta-se à estrutura que já tem.

Como começa e como acaba

  1. 01

    Leitura de negócio

    30 a 45 dias a entrar nos números e no processo de venda, com os primeiros números na primeira semana.

  2. 02

    Acompanhamento

    Avença mensal fechada, sem fidelização. Prioridades, execução e revisão de números todos os meses.

  3. 03

    Passagem

    Contrato e formo quem fica, documento tudo e torno-me dispensável. As contas e as ferramentas são suas desde o primeiro dia.

Papéis diferentes

Agência, consultor, freelancer, Head of Growth. Não é a mesma cadeira.

Nenhum destes modelos é mau. Respondem a perguntas diferentes.

  • Agência

    Executa canais. Fá-lo bem quando alguém lhe diz o que o negócio precisa. Não responde pelo crescimento da empresa.

  • Consultor

    Analisa e recomenda. O plano fica consigo. A execução também.

  • Freelancer

    Executa uma função específica. Resolve uma peça, não o conjunto.

  • Head of Growth as a Service

    Olha para o crescimento como um todo, define prioridades, lidera ou executa, e responde pelo resultado e pelo que se aprendeu.

E contratar internamente? Faz sentido quando há dimensão para ocupar um executivo a semana inteira. Na Europa, o salário médio de um Head of Growth a tempo inteiro fica entre €70 e €120 mil por ano (Glassdoor, 2025), antes de encargos, recrutamento e meses de adaptação. Até lá, pode ter a liderança sem a estrutura. E quando chegar a altura de contratar, preparar essa passagem faz parte do meu trabalho.

Casos com nome e número

Três empresas onde o problema não era marketing.

Investimento e faturação lado a lado, cada caso ao longo de 10 meses. É faturação, não é lucro, e são setores onde cada venda vale muito. O que se repete não é o número: é a forma de decidir.

Thermo Prime

Climatização

O problema

As vendas dependiam do passa-palavra. Havia meses bons e meses de espera, e ninguém sabia dizer quantos clientes entravam a seguir.

A mudança

Aceitámos o ritmo real do setor e construímos uma entrada de procura que se repete todos os meses, em vez de esperar pela próxima recomendação.

O resultado

Investimento
€3.917
Faturação gerada
€244.114
Por cada euro
62x
Contactos gerados
1.300+

F3 Projetar

Interiores e arquitetura

O problema

A mesma pessoa desenhava os projetos e atendia quem pedia orçamento. O travão era esse, não o mercado.

A mudança

Reorganizámos o processo comercial e separámos funções. O ciclo de venda caiu de 60 para 30 dias. Só depois abrimos campanhas.

O resultado

Investimento
€3.441
Faturação gerada
€147.814
Por cada euro
42x
Contactos qualificados
1.900+

Outlet dos Óculos

Ótica

O problema

Mais contactos sem ninguém preparado para os atender dava fila de espera, não vendas.

A mudança

Primeiro a equipa interna de vendas, depois as campanhas, ajustadas ao tempo que uma pessoa demora a decidir a compra.

O resultado

Investimento
€2.473
Faturação gerada
€92.101
Por cada euro
37x
Contactos gerados
1.018+

Primeiro mudou a forma de decidir. As campanhas vieram depois, quando já tinham onde assentar.

Em vídeo

Quatro fundadores contam como foi.

Sem guião e sem edição comercial. Os vídeos estão públicos no YouTube, do princípio ao fim.

  • Raissa · Fundadora da Organizer Genius

  • André · Fundador da The Pear

  • João · Fundador da Rezult

  • Fabio · Fundador da 4 ROI

Bruno Lopes

Bruno Lopes

Desde 2020 estive dentro de mais de 40 empresas em Portugal e no Brasil, de clínicas a software. Base no Porto.

O filtro

Para quem é. E para quem ainda não é.

É para a sua empresa se

  • Já vende, com produto ou serviço provado.
  • Fatura €100 mil por ano ou mais.
  • Já investe para atrair clientes.
  • Sente que há crescimento por explorar e ninguém com tempo para o agarrar.
  • Quer um responsável, não mais um fornecedor.

Ainda não é se

  • Está a começar do zero, sem vendas.
  • Procura alguém só para tarefas soltas.
  • Quer um relatório, não uma mudança.
  • Fatura menos de €100 mil por ano: quase de certeza, ainda não se paga.

Se ainda não está aqui, tenho um sítio mais barato onde continuo a responder: o InGrowth Club, €47 por ano.

Antes de falarmos

Perguntas diretas, respostas diretas.

Quanto custa?

Avença mensal fechada antes de começarmos, igual todos os meses, sem fidelização. Não publico o valor porque o âmbito varia com o papel que a empresa precisa. O critério é mais útil do que um número: abaixo de €100 mil de faturação anual, quase de certeza não se paga. Acima disso, se não consegue explicar de onde veio o seu melhor trimestre, provavelmente paga-se.

Já tenho uma agência, um gestor de tráfego ou uma equipa. Isto substitui-os?

Não necessariamente. Se executam bem, ficam. O que muda é que passam a ter prioridades claras e alguém que responde pelo conjunto. Quando algo não estiver a puxar pelo resultado, digo-o com números à frente.

Vai entregar-me um relatório e desaparecer?

Não. Lidero ou executo dentro das suas contas e ferramentas. Estratégia sem execução não me serve de prova.

Quanto do meu tempo é que isto consome?

As decisões são consigo: uma revisão mensal de números e o que precisar de dono pelo caminho. O resto é trabalho meu dentro da operação.

Como sei que está a funcionar?

Os números ficam acordados à partida e são revistos consigo todos os meses. Em cada revisão vê o que mudou, o que o explica e o que fica para o mês seguinte — incluindo nos meses em que o resultado não apareceu.

Porquê não contratar um Head of Growth interno?

Quando a empresa tiver dimensão para ocupar um executivo a semana inteira, deve contratar. Parte do meu trabalho é preparar essa passagem: contratar e formar quem fica, com tudo documentado. Até lá, tem a senioridade sem o custo e o risco de uma contratação executiva a tempo inteiro.

O próximo passo

Se a sua empresa pode estar a crescer menos do que podia, vamos conversar.

Escreva-me o que está a travar o crescimento — duas linhas chegam. Respondo com o que eu trataria primeiro e porquê. Se não for eu a pessoa certa, digo-lho na mesma conversa: não há formulário nem apresentação pelo meio.

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